Repetimos escolhas amorosas sem entender por quê. Convivemos com filhos que se fecham. Carregamos perdas que ninguém reconheceu como luto. Os textos daqui são sobre o que se passa entre as pessoas — e sobre o que fica.
As relações são o lugar onde nossa história aparece com mais nitidez: na escolha amorosa que se repete, no filho adolescente que se fecha no quarto, nas perdas que a vida social não reconhece como luto.
Os textos deste tema olham para essas cenas sem procurar culpados. A psicanálise não é um tribunal de família. Ela ajuda a entender que lugar cada um ocupa nas próprias relações e por que certas cenas insistem em voltar, mesmo quando já sabemos o fim.
Entender o padrão é o primeiro passo, mas raramente o último. O que muda a repetição é poder dar palavra, com tempo, ao que ainda está mudo.
Por onde começar: Por que eu sempre me apaixono pelo mesmo tipo de pessoa →
O começo não cobra nada de você. Ficar cobra tudo. Sobre o amor que sobrevive à novidade.
Leitura de 5 min Relações & famíliaNem toda perda tem velório. Sobre as dores que a vida social não reconhece — e que por isso demoram muito mais a cicatrizar.
Leitura de 4 min Relações & famíliaEra uma criança que contava tudo, agora responde por monossílabos. Quando o silêncio é passagem, quando é sinal de alerta, e o que abre.
Leitura de 6 min Relações & famíliaMuda o nome, muda a cidade — e a cena se repete. O que a psicanálise chama de repetição, e por que entender o padrão não basta para rompê-lo.
Leitura de 5 minTambém atendo pais e famílias, além do atendimento individual.