Numa cidade em que uma sessão de cinquenta minutos pode custar duas horas de trânsito, a terapia online não é atalho: é a condição para que ela exista. Psicoterapia por videochamada, com orientação psicanalítica, em horário fixo semanal.
Capital · Grande São Paulo · interior do estado
Para o paulistano — de nascimento ou de adoção — cujo dia não tem margem para atravessar a cidade. Para quem veio de outro estado construir a vida em São Paulo e carrega, junto com a agenda cheia, uma saudade que não prescreve. Para quem funciona no automático há tanto tempo que já não sabe dizer o que sente, só o que falta fazer. A cidade exige performance; a análise oferece o contrário: um tempo em que você não precisa render nada.
Em São Paulo, o recurso mais escasso não é oferta de psicólogo — é tempo. O online devolve à sessão as duas horas que o deslocamento tomaria: você fala de casa, do escritório com a porta fechada, do carro estacionado. E há outro ganho, menos óbvio: a distância geográfica preserva uma separação entre a análise e os seus círculos — seu analista não frequenta os mesmos lugares, não conhece as mesmas pessoas. Para muita gente, isso torna a fala mais livre.
Simples e sem burocracia — o mesmo formato que sustento com todos os meus pacientes.
Você envia uma mensagem pelo WhatsApp contando, no seu tempo, o que traz. Sem formulários, sem compromisso.
Marcamos uma sessão inicial para nos conhecermos, tirar dúvidas e sentir se faz sentido seguirmos juntos.
Definimos um horário regular na semana — antes do expediente, no almoço, no fim do dia. Sem horário de verão entre nós: Guarapari e São Paulo vivem no mesmo fuso.
Escrevo regularmente sobre a experiência psíquica de quem me procura. Alguns pontos de partida:
Sobre a exaustão que não é física — e o que ela tenta dizer.
Ler no blog →Quando a angústia pede escuta — e não apenas técnicas para silenciá-la.
Ler no blog →Mudar de cidade também é migrar: sobre identidade e pertencimento.
Ler no blog →Conte de que canto de São Paulo você escreve e o que traz. A partir daí, marcamos uma primeira conversa — sem trânsito no caminho.
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